Ibitipoca Off-Road faz festa e promete pedreira para edição dos 30 anos

Uma das mais tradicionais provas do fora de estrada brasileiro completa, no próximo fim de semana (3 e 4 de agosto), três décadas de história. Ao longo desse período, o Ibitipoca Off-Road se transformou num desafio nacional, capaz de reunir 620 veículos para encarar as trilhas entre Juiz de Fora e a região que dá nome ao evento.

A prova vale pontos para o Mineiro e a Copa Estrada Real de Enduro de Regularidade (motos); além do Novo Rally MG (carros), mas incluir o nome na galeria dos vencedores é tão ou mais importante do que a conquista de qualquer título.
E a promessa é de que a edição 2019 será ainda mais difícil, com percursos técnicos e exigentes, à altura da data especial. A experiente equipe responsável pela organização preparou surpresas pelo caminho para testar os competidores e fazer a diferença na hora de apurar os melhores.
Nos dois casos (duas e quatro rodas), leva a melhor não o mais rápido, mas quem se mantiver mais próximo da média de velocidade estabelecida na planilha.
Motos
Entre as motos, a lista de candidatos à vitória na Master é de impressionar. A começar pelo atual tricampeão brasileiro, o capixaba Jomar Grecco (Yamaha), que busca seu quinto triunfo na prova.
Emerson Loth, o Bombadinho, é outro que já foi o melhor do país na modalidade e quer levar a vitória para o Paraná. Mesmo caso do catarinense Guilherme Cascaes (Husqvarna). Tunico Maciel, e Álvaro Amarante e Mário Vignate são os principais nomes mineiros.
Uma atração à parte é a presença do campeão brasileiro de enduro FIM, Bruno Crivilin (Honda). Ele encara um desafio ao qual está menos acostumado. Ao todo são 18 categorias conforme experiência e/ou faixa etária, incluindo uma para pais e filhos em dupla.
Sobre quatro rodas, são quatro as categorias (Master, Graduados, Turismo e Turismo Light). Há ainda uma divisão específica para quem quer apenas passear pelas trilhas da região.
Programação
A programação do 30º Ibitipoca Off-Road prevê a largada sábado, às 7h, na Faculdade Suprema JF, rumo a Lima Duarte, onde acontece o neutralizado, e de onde os competidores partem para Ibitipoca, ponto final do primeiro dia.
No domingo é a vez de fazer o caminho inverso (não necessariamente pelas mesmas trilhas) até Juiz de Fora, onde acontece a festa de encerramento com premiação dos campeões e show.
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Publicado por Velocross News

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